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Real Felicidade

 

Real felicidade

"Fazer alguém feliz é algo bastante simples, mas o ser humano, como sempre, tem o poder de complicar as coisas. E se enrola de tal forma que sua maior dificuldade é manifestar sua gratidão.

Quando vai fazê-lo sempre pensa numa recompensa material, um presente ou algo no gênero. Mas nem sempre é o que a outra pessoa estava precisando ou querendo.

Quantas vezes não andamos quilômetros de vitrines procurando um presente especial para nossa mãe sendo que aquilo que ela mais queria era a nossa companhia. Ou um abraço forte passando toda nossa energia.

E assim é com os pais, filhos, amigos, chefes, subalternos...

Como somos materialistas sempre pensamos em  manifestar o nosso carinho de maneira palpável. E como estamos sempre correndo e ocupados, não temos tempo sequer para perceber as necessidades e desejos das pessoas que estão próximas de nós. Para compensar, compramos alguma coisa.

Afinal é sempre mais barato do que doar-se. É bem mais fácil do que ativar a nossa percepção. Além de ser bem mais cômodo. O ser humano tem o poder (que ele próprio desconhece) de se comunicar através do sentimento, do olhar, do pensamento, do tato. Mas insiste em usar apenas o bolso. É a cultura materialista.

Como se pode ver, para fazer alguém feliz basta ter sensibilidade, percepção, sabedoria e amor sincero. Estas sim, são as maiores riquezas do homem."
 
 
-RIVALCIR LIBERATO-

Deus

Acredita em Deus?

Um dia me perguntaram se eu acreditava em Deus... ... eu então lhes respondi da maneira como eu pensava. Todo dia existe Deus... num sorriso de criança, no canto dos passarinhos, num olhar, numa esperança. Todo dia existe Deus... ... na harmonia das cores, na natureza esquecida, na fresca aragem da brisa, na própria essência da vida.

Todo dia existe Deus... ... no regato cristalino, no pequeno servo do mar, nas ondas lavando as praias, na clara luz do luar.

Todo dia existe Deus... ... na escuridão do infinito todo ponteado de estrelas, na amplidão do universo, no simples prazer de vê-las. Todo dia existe Deus... ... nos segredos desta vida, no germinar da semente, nos movimentos da Terra que gira incessantemente. ... no orvalho sobre a relva, na natureza que encanta, no cheiro que vem da terra e no sol que se levanta. Todo dia existe Deus...

Todo dia existe Deus... ...nas flores que desabrocham perfumando a atmosfera, nas folhas novas que brotam anunciando a primavera. Deus é capaz, Deus é paz, Deus é esperança. É o alento do aflito, o Criador do Universo, da luz, do ar, da aliança. Deus é a justiça perfeita que emana do coração.

Ao perdoar quem ofende Ele é o próprio perdão. Será que você ainda não viu o rosto de Deus no colorido mais belo dos olhos dos filhos seus? Deus é constante e perene. É divino! De tal sorte que sendo essência da vida é o descanso na morte... Não há vida sem volta e não há volta sem vida... A morte não é morte, é só a porta da vida.

Todo dia existe Deus... No ciclo da natureza, neste ir e vir constante, no broto que se renova, na vida que segue adiante, em quem semeia bondade e em quem ajuda o irmão, colhendo felicidade, cumprindo a sua missão... Todo dia existe Deus... ... no suor de quem trabalha, no calo duro das mãos, no homem que planta trigo, no trigo que faz o pão.

Você pode sentir Deus pulsar... ... dentro do seu coração!!!
 
 
(desconheço o autor)

Peripécias no falecimento da mãe da Antonieta

A mãe da Antonieta faleceu, a mãe e nós acompanhámo-la.
 
 
Quando chegou o caixão, a Antonieta começa:
- A minha querida mãezinha deve ter frio nos pézinhos.
Vai e calça-lhe umas pantufas que tinha levado.
 
A seguir, com uma tesoura corta a gola da camisola dizendo que podia faltar o ar.
 
Daí a pouco começa:
- Estou a ouvir os passinhos da minha querida mãezinha.
 
A mãe responde-lhe:
-ó deixa-te dessas coisas, além disso como podes, se calçaste-lhe as pantufas.
 
A mãe e a tia Germana ficaram no velório a fazer-lhe companhia.
Eu e o meu irmão ficámos em casa, éramos miúdos e tínhamos de ir para a escola no dia seguinte.
Era de inverno, levaram agasalhos para passarem a noite, a tia Germana levou um gorro só para colocar durante a noite, era vermelho.
 
De manhã após a missa, a mãe e a tia foram no carro funerário, não é que a tia sentiu-se tão quentinha esqueceu-se de tirar o gorro.
Disse que bem via olhar para ela e fazerem comentários, nem se lembrou do gorro felpudo vermelho

Foguetes de S.João

Uma amiga da mãe, a Antonieta, ela tinha assim umas atitudes estranhas, até cómicas.
 
O marido e filhos tinham ido para a terra, teve de ficar pois não podia ter férias nessa altura, como tinha medo de estar sózinha veio cá para casa.
Um dia,de repente víamo-la levantar-se, abrir a janela da varanda e pumpum pum e voltava.
Nós olhávamos uns para os outros e sorríamos.
Fez isto várias vezes.
 
Numa das vezes disse.
-Não ouviram nada pois não.
Respondi-lhe:
-Não, só os foguetes de S.João.
 
A mãe olhou para mim, com aquele olhar reprovador, mas já não havia remédio.
A Antonieta começou a rir e então foi uma risada geral.

Impressionante

Numa escola primária pública em Alvalade-Lisboa, estão em obras, a colocar relva no jardim.
Para as crianças não irem para o recinto, nem pisarem a areia, colocaram umas grades em ferro, pouco seguras, a directora pediu ao empreiteiro para tirar as grades pois poderia haver algum acidente com as crianças.
 
dito e feito, três das crianças, uma delas com 7 anos, sobrinho de uma colega, na saída iam a correr, a grade caiu-lhes em cima.
Dois deles tiveram de receber tratamento num hospital, incluindo o sobrinho da minah colega, sete pontos 4 na cabeça e 2 junto sobrancelhas e outro na face.
 
O avô levou-o para o hospital onde costumam ir, a cunhada da minha colega tem um seguro e só paga uma taxa em qualquer hospital, levaram-no para a CUF.
 
A directora diz que a escola não paga os tratamentos, a taxa, remédios, pois não o levaram para Santa Maria.
 
 
A Escola tem responsabilidades e o empreiteiro, contratado pela Câmara. (não deve lidar muito com crianças para ter a percepção do perigo dessas grades que colocou junto de um recreio de crianças)
 
Os pais já escreveram uma carta à Câmara e falaram com a directora dessa escola.
 
 
 
 

Lenda Excalibur

 

Excalibur

 

A lendária Excalibur, a espada do Rei Artur, dita que poderia cortar aço e dotada de poderes místicos. Em galês, é conhecida como Caledfwlch. Segundo o poema Merlin, de Robert de Boron, a Excalibur é a espada da lenda da Espada na Pedra, na qual uma misteriosa espada apareceu transpassada em uma pedra e apenas o rei  de toda Britannia por direito, poderia retirá-la.

 

Já no épico Suite du Merlin, Excalibur foi entregue ao Rei Artur pela Dama do Lago, quando sua espada original foi destruída em uma batalha contra o Rei Pellinore.

 

A Espada do Rei

 

Quinze anos depois do nascimento de Arthur (que era filho da união ilegítima entre Pendragón e Igraine, então esposa do Duque de Tintagel), o rei Uther morreu sem ter dado ao reino um herdeiro, e os feudais começaram uma disputa entre si para a obtenção do Trono. Merlin, então, solicitou ao bispo que interviesse junto aos feudais para uma trégua e para a convocação de um torneio nas proximidades do Templo.

 

Todos concordaram e, ao chegar ao local, depararam-se com uma pedra branca que continha uma placa de metal, da qual sobressaía uma fascinante Espada. Ao pé, uma inscrição dizia que aquele que pudesse retirar a Espada seria o próximo rei da Grã-Bretanha. Todos os nobres tentaram, mas sem êxito, e assim foram preparar-se para o torneio.

 

Arthur, que era um adolescente, havia concorrido com Kay e Sir Hector. Kay esqueceu sua espada na tenda. Arthur foi buscar a espada para Kay e não a encontrou. No regresso, viu a Espada encravada na pedra e sem ler a inscrição, retirou-a e a levou para Kay.

 

Sir Hector, conhecendo a procedência de Arthur, ordenou que a Espada fosse colocada de novo na pedra e pediu a Kay que a retirasse. Ele não conseguiu. Em seguida, fez o mesmo pedido a Arthur, que voltou a retirá-la sem nenhum esforço. Assim, Sir Hector comunicou que Arthur era o filho legítimo do rei Uther e em consequência seu sucessor e, junto à Kay, ajoelhou-se e jurou ser seu leal vassalo.

 

Os senhores feudais tinham dúvidas. Alguns aceitaram, outros não. Arthur, confuso, pediu conselhos a Merlin, e este respondeu-lhe que já era um rei, mas para sê-lo realmente, deveria ganhar a confiança de seu povo por meio de suas próprias ações.

 

Com a ajuda do mago, Arthur conseguiu reunir todos os condados em um só reino, e durante uma das campanhas, conheceu a mulher que iria assumir um relevante papel no desenlace do relato: Guinevere.

 

A lâmina de metal que surgiu da Espada indica o material, enquanto a Espada indica o espiritual, atuando sobre a matéria. A matéria é o próprio indivíduo - Arthur - que recebe o Verbo como precioso dom, pois é puro (a pedra branca). A submissão de Sir Hector e de Kay representam a nobreza e o amor que acompanham toda a evolução espiritual. As posições antagônicas dos senhores indicam o conflito interno de Arthur: ser ou não ser. O conflito entre o ser pagão e o ser cristão.  Por isso, Merlin o aconselhou colocar-se à prova; e já tinha sua arma: a Palavra de Deus, que de seu bom emprego dependeria seu sucesso, o exercício real do seu cargo.

 

As dúvidas de Arthur quanto a colocar-se à prova significa o conflito do homem consigo mesmo, tratando de sublimar os aspectos materiais, coisa que só fica estabelecida no momento da tomada de decisões. O homem só seria rei se conseguisse ultrapassar seu ego, seus instintos e paixões. Por isso, Arthur, como todo cavaleiro, iniciou uma peregrinação, tratando de alcançar suas metas.

 

Um reino sem rei é a representação do mundo sumido nas névoas e o caos por causa da ausência de um soberano que livre os homens das lutas fratricidas, próprias de uma humanidade sumida no dualismo. Mas é também a expressão da própria guerra interior do homem, governando, quase sempre, por forças desatadas, paixões e desejos do ego inferior da qual precisam de um guia para chegar a seu verdadeiro destino.

 

O Rei Pellinore e a Espada Excalibur

 

Arthur estabeleceu residência no castelo de Caerleon, perto de Tintagel. Um dia, foi comunicado que o rei Pellinore instalara uma tenda em suas terras, disputando-lhe assim a Soberania. O rei Arthur enviou sir Griflet, um jovem Cavaleiro que foi vencido e, por isso, partiu com Merlin para enfrentar seu oponente. Depois de uma árdua luta, o Cavaleiro oponente rompeu a Espada de Arthur, fazendo-o cair.

 

Quando se preparava para o golpe fatal, Merlin, com sua varinha mágica, fez cair seu rival em um sono profundo e levou Arthur a buscar outra espada. Depois de atravessar um bosque, chegaram a um Lago, de onde emergia um braço, cuja mão segurava uma reluzente Espada. De imediato, uma fada que apareceu caminhando sobre as águas indicou a Arthur que subisse em uma embarcação e retirasse a Espada.

 

Arthur obedeceu e quando chegou junto a ela a tomou suavemente com suas mãos, enquanto o braço que a segurava ia desaparecendo abaixo. Merlim explicou que a fada era Nimue, a Dama do Lago, e que a Espada que lhe foi entregue era Excalibur, fabricada em Avalon. O nome do castelo de Arthur, Caerlon, significa "Leão Celta", de Gaer, "celta escocês", e Leon, "leão".

 

Sir Griflet seria "O grifo que voa", de Griffin, "grifo", e to flay, "voar". O Grifo é um animal mitológico, fabuloso, cuja versão tradicional mostra-o com sua parte dianteira de Águia e sua parte traseira de Leão, e ambos são animais solares que lhe outorgam um simbolismo espiritual benéfico. Nas tradições, aparece como guardião dos caminhos da salvação. Psicologicamente, marca a relação da psique com a energia cósmica.

 

Sendo o Leão um símbolo solar e o Sol símbolo do Filho do Deus do Céu, Arthur, cujo castelo o individualiza como o "Leão Celta", representaria o Herói solar da tradição céltica. Sir Griflet, o "Grifo alado", "Guardião do caminho de salvação", é o Guardião do caminho que conduz a Cameliard, o "Leão Celta". Representa a parte solar de Arthur, seu Espírito, sua consciência que é vencida por seu aspecto negativo.

 

Mas mesmo assim segue lutando e quando sua Espada se rompe, quer dizer, quando suas convicções estão a ponto de desmoronar-se, surge Merlin com sua magia, surgem os elementos arquetípicos de seu inconsciente, que lhe fazem reagir e adormecem ou purificam seu aspecto negativo. Por isso, seu oponente chama-se Pellinore, nome que possivelmente se pode descompor em Pellinore, de Pelli, "pele", No, "não" e Re, "Rei", do latim antigo Rex, que poderia significar "A pele do Não-Rei".

 

Os que se revestiam de peles de outros seres - magos, guerreiros, sacerdotes - faziam para apropriar-se dos poderes do ser cuja pele usavam ou também para representá-lo. Assim, Pellinore era aquele que se revestia da Pele do Não-Rei, ou seja, dos aspectos negativos deste. Esses pares de opostos nos levam à noção do bom e positivo e do mau e negativo, que de uma forma simples seria Pellinore o lado "mau", "negativo" de Arthur. Mas ao sobrepor-se ao seu lado "mau", Arthur é recompensado.

 

As potências celestiais o consideraram digno de ser seu representante e fazem a entrega de Excalibur, a Espada que surge das "águas superiores" ao mundo do manifestado, cujo nome parece significar "O poder dos lígures", habitantes primitivos do Ocidente, que se pensa descendiam dos atlantes e cujo Deus era Lugh, a Luz e o Sol.

 

O recebimento dessa segunda Espada concederia a Arthur o Poder da Luz ou Poder dos Deuses, e assim outra Iniciação. Desse momento em diante, seria o Rei e Sumo Sacerdote, e estaria em plenas condições de assumir o Regnum. A Espada, assimilada ao Raio, a Coroa e ao Trono, e Merlin, assimilado por uma águia, fazem de Arthur um símil de Júpiter, o Deus romano da Justiça, da ordem construtiva e da vontade.


 

Rosa Encantada

 
  Rosa encantada

Toda a riqueza e o conforto de que dispunha não faziam daquela jovem princesa uma pessoa plenamente feliz. Faltava-lhe algo! Havia um imenso e angustiante vazio em sua vida. Aflita, a herdeira do trono mandou chamar um ancião, conhecido por sua sapiência. Confessou-lhe a sua inquietação e rogou-lhe ajuda.
O velho sábio, afagando os cabelos da jovem, sorriu e lhe falou:
- Está bem, alteza, daqui a três luas nascerá no jardim, ao amanhecer, a mais bela flor que os seus verdes olhos já viram... Será uma rosa encantada que trará em si a beleza, o perfume e o encantamento que lhe darão a alegria de que sentis tanta falta.

A jovem sorriu, agradecida. Mas o velho advertiu:
- Tende cuidado! A flor é sua e cabe-lhe o dever de cuidar dela... Caso contrário, perder-se-á a flor... Perder-se-á o encanto!
A jovem aguardava, ansiosa, o momento de conhecer a flor encantada... Todos os dias ela ia até o jardim, para ver se já não teria nascido a sua rosa... Entretanto, encontrava apenas as flores comuns.

Mas, na data prevista, aos primeiros raios do amanhecer, fez-se um burburinho no jardim, bem sob a janela da jovem princesa. Ela, irritada, levantou-se e foi à sacada para pedir silêncio. Mas, ao abrir a janela, viu, em meio à grama, o motivo do falatório: uma flor como jamais houvera antes naquelas paisagens! Era realmente uma flor sem igual! Não se assemelhava às outras, em nada: nem no tamanho, nem na cor, nem no aveludado de suas pétalas, nem em seu perfume...

A jovem vestiu-se às pressas e desceu as escadarias a passos rápidos. Atirou-se de joelhos na grama, maravilhada com a beleza da flor... Beijou-lhe as pétalas suavemente, inalou seu perfume inefável. Ordenou ao jardineiro que lhe desse tratamento especial: o melhor adubo, a água mais fresca.
Quase todo o reino foi chamado a conhecer a flor encantada, desde os súditos até sua majestade, o grande rei. Todos queriam ver a rosa de que se falavam tão grandes coisas.

Por isso, a jovem mandou chamar a guarda, para que houvesse sempre um soldado ao lado da flor, evitando que alguém a maltratasse ou roubasse. Mesmo assim, muitos curiosos se amontoavam em torno da flor, observando-a, inalando o seu perfume, apreciando a sua beleza.

Um dia, aborrecida com tantos visitantes, a princesa dispensou o soldado e aguardou o anoitecer. Quando a noite estendeu seu manto negro por sobre o castelo, ela voltou ao jardim e arrancou dali a sua rosa encantada. Levou-a para seu quarto, e plantou-a num vaso de ouro cravado de gemas de valor, trabalhado pelo mais competente ourives de todo o reino.
- Enfim - pensou a princesa, sorrindo - agora a rosa é só minha!

E passou
toda a madrugada acarinhando a flor. Não recebia criados, amigos, nem mesmo seus pais... Estava feliz! Finalmente, a rosa era sua!
Todavia, logo ao cair da tarde daquele dia a flor começou a apresentar mudanças... Seu perfume alterou-se. Sua cor escureceu. Suas pétalas enrugaram. Todas as tentativas para reavivá-la foram em vão. Na manhã seguinte, a rosa estava morta! Infeliz, a jovem princesa chorou, tardiamente arrependida.

Diante da flor amada, fonte de alegrias de nossas vidas, o ciúme é sempre mau companheiro.

Boa Noite

 
 
Recado rápido para o seu espírito....

Não deixe que as aparências tornem o seu final de semana amargo,
nem permita que línguas venenosas venham roubar a sua paz.
Desperte para a vida e acredite nas possibilidades que existem em você,
descubra e revele seus talentos, existe um artista dentro de você,
e a vida é um grande palco as vezes iluminado, noutras vezes um pouco escuro,
mas sempre haverá lugar para uma estrela brilhar...

Eu acredito que cada ser humano é uma partícula do criador,
uma imagem meio distorcida de Deus e conforme o tempo passa,
mais e mais nos assemelhamos ao Criador,
por isso eu repito que você é especial, tem um brilho lindo,
tem forças que desconhece e quando largar a lamentação,
quando usar a disciplina e a força de vontade, vai arrebentar,
vai transformar a sua casa, a sua rua, a sua cidade, quem sabe o mundo inteiro...

Que esse final de semana seja abençoado de descobertas interiores,
essas descobertas é que valem ouro, é o conhecer-se,
é o refletir sobre as suas possibilidades, é amar-se.
Ame-se e vença...sempre!

Boa noite!   

Conhece-te a ti mesmo

 
As nove coisas
Um sofista se aproximou de Tales de Mileto, um dos Sete Sábios da Grécia Antiga, e intentou confundi-lo com as perguntas mais difíceis. Porém o Sábio de Mileto esteve à altura da prova porque respondeu a todas as perguntas sem a menor vacilação e assim mesmo com a maior exatidão.

1 - Qual é a coisa mais antiga?
Deus, porque sempre tem existido.

2 - Qual é a coisa mais formosa?
O Universo, porque é obra de Deus.

3 - Qual é a maior de todas as coisas?
O Espaço, porque contém todo o Criador.

4 - Qual é a coisa mais constante?
A esperança, porque permanece no homem depois que haja perdido todo o mais.

5 - Qual é a melhor de as coisas?
A Virtude, porque sem ela não existe nada de bom.

6 -Qual é a mais rápida de todas as coisas?
O Pensamento, porque em menos de um minuto pode voar até o final do Universo.

7 - Qual é a mais forte de todas as coisas?
A Necessidade, porque faz com que o homem enfrente todos os perigos da vida.

8 - Qual é a mais fácil de todas as coisas?
Dar conselhos.

Porém, quando chegou à nona pergunta, nosso Sábio disse um paradoxo.

Deu uma resposta que, estou seguro, não foi jamais entendida pelo mundano interlocutor, e que, para a maioria das pessoas terá um sentido superficial.

A pergunta foi esta:
9 - Qual é a mais difícil de todas as coisas?

E o Sábio de Mileto replicou: Conhecer a si mesmo.
 

Aquilino Ribeiro

Fiquei estupefacta com a noticia de quererem transladar e transladaram Aquilino ribeiro para o Panteão, um terrorista envolvido no regicidio,
 
 
Aquilino diz que conseguiu desmontar a fechadura da porta da prisão com engenho e paciência, e evadir-se em 12 de Janeiro de 1908. A segurança prisional nunca foi o forte da monarquia liberal.
Após evadir-se da prisão é acolhido em casa de umas senhoras amigas do jornalista Meira e Sousa, director de O Dia e cúmplice do regicídio. Aí se mantém a par da evolução da conspiração do regicídio. É voz corrente que nela participou e segundo numerosas fontes conversou com Alfredo Costa na manhã do regicídio. Segundo um agente duplo ao serviço dos juízes Veiga e Alves Ferreira, Aquilino Ribeiro foi visto no Largo do Corpo Santo, com um revólver, uns minutos antes do atentado, como fazendo parte de um grupo que se preparava para o assalto à carruagem com D. Carlos que por ali passaria a caminho das Necessidades, caso falhasse o atentado no Terreiro do Paço. Ao ser reconhecido por um polícia, fugiu. Segundo outras fontes, esteve no Terreiro do Paço com um revólver. Divagando por Lisboa após o regicídio foge em data incerta para Paris onde é acolhido pelos meios radicais. Sucedem-se as informações sobre o seu paradeiro; da Polícia Francesa e dos agentes portugueses em Paris; do ministro Sousa Rosa; do escrivão Abílio Magro. Mais do que uma vez o juiz do Juízo de Instrução Criminal solicita a D. Manuel II e ao Presidente do Conselho que se desloque um enviado a Paris para apurar de Aquilino Ribeiro quem são os regicidas. É a “brandura dos nosso costumes” a funcionar. Uma dessas diligências é efectuada a 13 Maio 1910, como consta da publicação oficial de 1915, Documentos Encontrados nos Paços Reais após o 5 de Outubro. O conhecimento internacional do envolvimento do Aquilino na chacina do Terreiro do Paço foi imediato. Raul Brandão, futuro seareiro ao lado de Aquilino, escreveu em Janeiro de 1909 (Memórias, I): «Um dos regicidas está em França, mas Clemenceau (primeiro-ministro francês,) recusa-se a extraditá-lo». De facto todos os interessados no caso sabiam do envolvimento de Aquilino no regicídio e foi essa “proeza” que o tornou um protegido das forças radicais europeias no poder, ou em vias de o adquirir. Nos seus exílios, Aquilino não experimentou dificuldades.
(...)
Tendo a família de Sofia Mello Breyner, próxima do Paço, documentação sobre o regicídio, a própria Sofia disse em comentário a um livro escrito por JMR que “o Aquilino esteve no Terreiro do Paço com um revólver e tal facto fora do conhecimento internacional mas a família Breyner decidiu não incluir essa informação no livro de memórias do avô… E depois rematou: - «Porque é que acha que nunca lhe deram o Nobel? Eles sabiam que ele participou no Regicídio e a sociedade não dá prémios Nobel a assassinos»
Aquilino morre em 27 de Maio de 1963.
 

Eventos 1 Fev 1908 - centenário Regicidio

 

1 Fevereiro 2008: Concentração no Terreiro do Paço, às 17:00, junto à placa comemorativa do Regicídio. Convidam-se não apenas os monárquicos, mas todos quantos reprovam a violência como arma política. Às 19:00 horas, na Basílica de São Vicente de Fora, Cerimónias Solenes que culminarão com deposição de flores nos túmulos de S.M. O Rei Dom Carlos e de S.A.R. O Príncipe Dom Luis Filipe.

 

http://www.regicidio.org/

 

http://www.regicidio.org/indexmain.htm

 

Em 5 de Outubro de 2007, no decurso de uma entrevista concedida à RTP1, Dom Duarte de Bragança, Herdeiro do Trono de Portugal, afirmou que "se o 5 de Outubro de 1910 tivesse sido uma coisa boa, o 25 de Abril de 1974 nunca teria sido preciso". Palavras cujo significado importa avaliar no Centenário do Regicídio de Sua Majestade O Rei Dom Carlos e do Príncipe Herdeiro, Dom Luis Filipe, porque nos relembram que o verdadeiro 5 de Outubro de 1910, sucedeu de facto a 1 de Fevereiro de 1908.

Como afirmou o regicida Aquilino Ribeiro, a Monarquia morreu naquela tarde de 1 de Fevereiro de 1908, no Terreiro do Paço. Mas o Regicídio de 1908, mais do que um crime de homicídio, foi um crime contra o Estado de Direito, contra a nossa própria Nacionalidade, fundada pela Monarquia Portuguesa, quase 900 anos antes, em 1143. A "Caçada", como Dom Manuel II lhe chamou, surge na sequência de eventos extradordinários e sem precedentes na história portuguesa.

O Estado de Direito, regular no funcionamento das suas instituições, mas embrionário na experiência democrática de governo da Monarquia Constitucional, viu-se refém de actos ignóbeis de subversão, de terrorismo armado e bombista, cujo objectivo visava a destruição da experiência democrática de eleições regulares, em nome de uma anarquia generalizada, a cujos destinos presidiu o Partido Republicano Português, minoritário no Parlamento em todas as eleições legislativas, mas por isso mesmo, apoiado na Carbonária, seu braço armado, por forma a chegar ao Poder pela força. O primeiro grande passo nesse processo de destruição da democracia portuguesa, foi o assassínio do Rei.

E os Portugueses teriam que esperar 64 anos para usufruirem da Democracia. O Regicídio conduziu o País à anarquia do pós 5 de Outubro de 1910 e é neste contexto que nasce a Ditadura do Estado Novo, que havia de amordaçar os Portugueses até 1974. O "Portugal Amordaçado" de Mário Soares, longe de ser uma mordaça gerada apenas pelo Estado Novo de Salazar, é na verdade uma mordaça que se iniciou no Dia do Regicídio.

Portugal, sai prejudicado e amordaçado pela anarquia de 1908 até 1926. E continua amordaçado pela Ditadura do Estado Novo de 1926 até 1974, ficando assim impedido de percorrer a jornada democrática comum a todas as monarquias europeias, hoje todas elas mais ricas e desenvolvidas que Portugal. O Regicídio de Dom Carlos e Dom Luis Filipe é por isso mesmo, o regicídio da liberdade e do desenvolvimento sustentado de todos os Portugueses. E é aos Portugueses, por isso, que este site é dedicado.

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Regic%C3%ADdio_de_1908

 

http://historiaaberta.com.sapo.pt/lib/doc012.htm

 

http://www.eb23-diogo-cao.rcts.pt/Estudar/saladeestudo/his3/diario.htm

 

http://asfolhasdazefiro.blogspot.com/2007/10/regicdio-contagem-decrescente-no.html

 

http://100folhas.blogspot.com/2007/07/regicdio.html

 

História Genealógica da Família Real

No jornal´"Público" vai sair uma reedição da História Genealógica da Família Real de D. António Caetano de Sousa, semanalmente, durante as próximas 15 semanas.
 
a partir de ontem, dia 25, às 5.ªs feiras:

Vol 1- Os Reis que definiram Portugal
Vol 2 - Os Reis que consolidaram Portugal
Vol 3 - Os Reis que expandiram Portugal
Vol 4 - Os Reis nos Selos e nas Moedas
Vol 5 - Nascimento e ascensão da Casa de Bragança - de D. Afonso, Duque de Bragança a D. Joana, Marquesa de Elche
Vol 6 - Nascimento e ascensão da Casa de Bragança - de D. Teodósio I e V Duque de Bragança a Excelências e Glórias da Sereníssima Casa de Bragança
Vol 7 - Os Reis que restauraram Portugal - de D. João IV a D. Pedro II
Vol 8 - Os Reis que restauraram Portugal - de D. João V a D. Joseph, Arcebispo de Braga, Primaz das Espanhas
Vol 9 - Nobreza de ascendência real na Dinastia de Bragança - de D. Duarte a D. Leonor de Mascarenhas
Vol 10 - Nobreza de ascendência real na Dinastia de Bragança - de D. Álvaro a D. Martinho de Portugal, Arcebispo do Funchal, Primaz da Índia
Vol 11 - Nobreza de ascendência real antes da Dinastia de Bragança - de Senhor D. Jorge, Duque de Coimbra a D. Branca de Eça
Vol 12- Nobreza de ascendência real antes da Dinastia de Bragança - de D. Affonso, Senhor de Cascaes a D. Luiz de Castro VI Conde de Monsanto
Vol 13- Nobreza de ascendência real antes da Dinastia de Bragança - de Dom Fernando de Vasconcellos, Senhor de Mafra a D. Vasco Affonso de Sousa, Marquez de Hinojares
Vol 14- Nobreza de ascendência real antes da Dinastia de Bragança - de D. Martim Affonso Chichorro, Rico-homem a João de Sousa, Capitão dos Ginetes do Infante D. Fernando
Vol 15 - De D. Manuel II  e o Regicídio.
 
 
está disponível no site da Biblioteca Nacional.
 

Toques Suaves da Alma

 

http://www.galia.org/heartbeats/midifilesdir/enya_-_only_if.mid

 

 

Perderia a sua canção se fossem tiradas as pedras do seu Caminho.
 

 
São os obstáculos que fazem suas águas prosseguirem.
 

 
Por mais resistente que seja, não é capaz de deter a água.
 
 
Ela tem sabedoria para contorná-la e seguir em frente, com a força da suavidade ...
 
 
Nada é mais suave e nada é mais forte que a água, caminha firme e lentamente.
 
 
Sabedoria de que tem o mesmo destino do Homem. Seguir em frente.
 

 
Assim também é a nossa vida.
 

 
Os obstáculos existem para nos fazer caminhar, cada vez mais firmes, mais determinados, totalmente entregues, confiantes na Existência.
Fé é rendição.
 
 
Portanto quando o sofrimento bater à sua porta, não lamente, nem se inquiete, seja apenas testemunha da dor.
 
 
 
Sinta-se um privilegiado, porque é das batalhas que surge a Alma.
 
 
Diante de qualquer problema que lhe pareça sem solução, tome uma atitude inteligente, a seu favor.
Respire ...
 
 
 
 
Quanto menos uma pessoa merecer o seu amor, é quando ela mais necessita dele. Perdoe, perdoe quantas vezes forem necessárias, liberte o seu coração do ressentimento, abra-se para novas emoções.
 
 
Seja flexível como as flores, como as borboletas ... experimente todos os perfumes.
 
 
Estenda a mão, ofereça a sua compreensão, o seu amor.
 
 
 
Viemos a este planeta para aprender a amar. Apenas isso.
 
 
Então ame!
 
 
 
Pouco ou muito, não importa.
Importante é amar sempre.
 
Só o amor realiza a mágica de se mutiplicar quando é dividido.
 
 
Nada neste Mundo faz sentido se não tocarmos o coração das pessoas. Se a gente cresce com os golpes duros da vida também pode crescer com os toques suaves da Alma.
 
                           
 

S.Francisco e o Lobo

 

   Gúbio, uma cidade na Úmbria, estava tomada de grande medo. Na floresta da região vivia um grande lobo, terrível e feroz, o qual não somente devorava os animais como os homens, de modo que todos do povoado estavam apavorados!

Por isso, cercaram a cidade com altas muralhas e reforçaram as portas. E todos andavam armados quando saíam da cidade, como se fossem para um combate.

Certa vez, quando Francisco chegou àquela cidade, estranhou muito o medo do povo. Percebeu que a culpa não podia ser unicamente do lobo. Havia no fundo dos corações uma outra causa que era tão destrutiva como parecia ser a causa do lobo.

Logo, Francisco ofereceu-se para ajudar. Resolveu sair ao encontro do lobo, sozinho e desarmado, mas cheio de simpatia e benevolência pelo animal, e, como dizia às pessoas, na força da Cruz.

O perigoso lobo, de fato, foi ao encontro de Francisco, raivoso e de boca aberta pronto para devorá-lo, mas quando o lobo percebeu as boas intenções de Francisco e ouviu como este se dirigia a ele como a um irmão, cessou de correr e ficou muito surpreendido.

Francisco de Assis anulou a violência que havia no irmãozinho lobo. De olhos arregalados, viu que esse homem o olhava com bondade. Francisco então falou para o lobo:

-Irmãozinho lobo, quero somente conversar com você, meu irmão ... E caso você esteja me entendendo, levante, por favor, a sua patinha para mim!

O irmãozinho lobo, então, perante tão forte vibração de amor e carinho, perdeu toda a sua maldade. Levantou, confiante, a pata da frente, e calmamente a pôs na mão aberta de Francisco.

Então, Francisco disse-lhe amorosamente:

-Querido irmãozinho lobo, vou fazer um trato com você! De hoje em diante, vou cuidar de você meu irmão! Você vai morar em minha casa, vou lhe dar comida e você irá sempre me acompanhar e seremos sempre amigos! Você por sua vez, também será amigo de todas as pessoas desta cidade, pois de agora em diante você terá uma casa, comida e carinho, sendo assim, não precisará mais matar nem agredir ninguém, para sobreviver... Com a promessa de nunca mais lesar nem homem nem animal, foi o lobo com Francisco até a cidade.

Também o povo da cidade abandonou sua raiva e começou a chamar o lobo de irmão. Prometeu dar-lhe cada dia o alimento necessário. Finalmente, o irmão lobo morreu de velhice, pelo que, todos da cidade tiveram grande pesar.

Ainda hoje se mostra, em Gúbio, um sarcófago feito de pedra, no qual os ossos do lobo estão depositados e guardados com grande carinho e respeito durante séculos.

A história do lobo de Gúbio chama-nos, sem dúvida, à reflexão. Quantas vezes deparamo-nos com irmãozinhos um tanto agressivos, nervosos, impacientes, chegando mesmo a nos agredir com palavras ásperas, levando-nos às decepções e amarguras... Quantas vezes!

Se pararmos para pensar e reflectir, talvez cheguemos à triste conclusão, de que esteja ocorrendo, com eles, o mesmo acontecido com o lobo de Gúbio... Ele, o lobo, acusado, com fome, sem receber compreensão e carinho, respondia também da mesma forma, com medo, ódio e agressividade.

Quando se encontrou frente a frente com o Amor e a Paz, defendidas por Jesus em Seu Evangelho, e personificada, vivida e exemplificada por Francisco de Assis, o lobo não teve outra reacção senão a de recuar em suas agressões e respondeu também com carinho e compreensão, passando de inimigo a companheiro e amigo de todos.

Assim acontece em nossas vidas! Se oferecermos aos nossos semelhantes azedumes, palavras de pessimismo, rancor, ódio e intolerância, receberemos indubitavelmente, na mesma dose, tudo aquilo que semearmos... Pois como dizia São Francisco:

"-é dando que recebemos...".


 

Música das esferas

 

                                                                                              

Quando um acorde musical é tocado, uma certa harmonia é produzida por aquela combinação de notas. Mas um acorde no qual haja apenas uma nota incorrecta produz discordância, dissonância. Isso tem um efeito muito definido.

A mesma coisa acontece aos homens. Se um aspecto está fora de harmonia com o restante, não funcionamos com suavidade; nossas acções vêm de campos de consciência que não estão integrados. Isso pode resultar em doença. Se os acordes de muitos indivíduos não estiverem em harmonia, grupos de seres humanos podem se tornar mutuamente destrutivos, como testemunhamos hoje em dia.

Em comparação, consideremos a natureza. A natureza é como uma orquestra que reúne incontáveis notas. Desde o tempo de Pitágoras, essa sinfonia cósmica é conhecida como a Música das Esferas. De acordo com esse conceito, cada diminuto átomo está afinado a uma nota musical e está constantemente em movimento com velocidades incríveis, cada velocidade possuindo sua própria qualidade ou nota numérica. Se tivermos ouvidos para ouvir, poderíamos realmente perceber uma árvore crescer ou uma flor desabrochar. Da mesma forma, poderíamos ouvir os gritos de outros seres humanos e de outras formas de vida no planeta, e estaríamos melhor equipados para aliviá-los.

Nós, seres humanos, parecemos estar sempre buscando algo, numa tentativa de redescobrir um aspecto perdido da natureza – o acorde da harmonia com o universo. Harmonia não é um conceito visionário de contos de fadas. É muito relevante na vida diária. Ademais, a harmonia não está limitada ao individual, à família e à comunidade humana.

Antes, implica um estado de profunda ressonância interna com toda a vida no mundo terrestre, e, no final das contas, com toda a vida que reside nos domínios ainda mais inferiores. A busca por esse acorde perdido nos tem levado em miríades de direcções. Estamos buscando preencher os vazios existentes em nossas estruturas, para nos tornarmos integrais.

Consequentemente, os seres humanos são grandes aventureiros. Procuramos em todos os recantos da vida para tentar descobrir aquele tesouro precioso. Pode-se dizer que o ser humano muitas vezes se parece com água represada, em vez de um participante activo no grande sonho da vida.