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(Clique imagem) Feliz Ano Novo
Eu Tenho um SonhoSonho com um Mundo melhor onde as pessoas não se guerreiam, aceitem as diferenças,um Mundo onde haja Paz, Amor, SolidariedadeAs pessoas sejam respeitadas, sejam Felizes e preocupem-se com tudo o que nos rodeia. Um Mundo onde a Natureza e os animais e tudo o que existe seja respeitado.
A vida é uma pedra de amolar: desgasta-nos ou afia-nos, conforme o
metal de que somos feitos.
(George Bernard Shaw)

A sua Relação com quem o rodeia florescerá num clima de Amor e Harmonia
Truques Para melhor crescimento:
Plantação: Plante Palavras de Amabilidade diariamente
Rega: Regue regularmente com Paciência, compreensão e Amor!
Desbate: Alivie a Carga dos outros dando de si mesma
Monda: Arranque o criticismo de forma a que o Amor cresça.
Colheita: Para Colher Pessoas Felizes mostre Amor incondicionalmente, sirva o próximo e Ande nos caminhos do Senhor!
Homenagem ao meu cão, morreu a algum tempo.
Email enviado por um Amigo:"Robert Happé é um filósofo espiritualista famoso, reconhecido
pelas palestras que tem dado pelo mundo afora.Esta é uma delas que me
foi enviada por um amigo e que tem muito que se lhe diga. 
Dedico-a a todos aqueles que quiserem parar um pouco e
reflectirem antes da entrada num novo ano.
"Namasté" 
PRENDA DE NATAL PARA UM FELIZ ANO NOVO
Boas Festas"
http://www.roberthappe.net/port/video.htm
"Que o Sol Brilhe em vossa vida, e aquecerá os vossos Corações"
Fim de Semana de 6 a 8 Dezembro, fim de semana grande, alguns senhores deputados, resolveram assinar a folha de ponto (para ganharem o dia) lá foram Cantando e rindo de fim de semana prolongado e não cumpriram a sua obrigação para com o Reino, que lhes paga chorudos ordenados com os impostos do Povo.
Foi votada uma importante um projecto que iria acabar com a avaliação dos professores que resolveram decretar neste Reino.
À oposição juntaram-se os votos de deputados do partido que tem a maioria, o projecto teria sido aprovado, e assim acabava-se com esta avaliação sem pés nem cabeça."Podia ter ficado hoje resolvido, a contento dos
professores, o problema da suspensão da avaliação. Os 6 votos do PS,
incluindo o de Manuel Alegre, a que se juntaram os votos de toda a
oposição, em favor do projecto de resolução do CDS, podiam ter feito
perder a maioria socialista. A ausência na votação de muitos deputados, nomeadamente do PSD, impediu esse resultado.
Os deputados socialistas que votaram com Manuel Alegre foram Teresa
Portugal, Matilde Sousa Franco, Eugénia Alho, Júlia Caré e João
Bernardo.
NO entanto a dúvida obrigou à recontagem dos votos, a pedido dos
proponentes e "em contraprova", nas palavras do presidente da
Assembleia da República, Jaime Gama.
Recontados os votos, Gama anunciou que o texto foi chumbado com o
voto contra de 101 deputados, os votos a favor de 80 deputados e uma
abstenção.
Antes desta votação tinham sido rejeitados os projectos de
resolução do BE, PCP, PSD, PEV e da deputada não inscrita Luísa
Mesquita, que tiveram o voto favorável de cinco deputados do PS -
Manuel Alegre, Teresa Portugal, Matilde Sousa Franco, Eugénia Alho e
Júlia Caré.
"
(Clique Imagem)  (Clique Imagem) (Clique Imagem) (Clique Imagem) Que nossas mãos possam ser portadoras de Paz ...
De afagos ...
De Carinhos ...
Que escorra delas os mais límpidos sentimentos ...
De bálsamos ...
De alívio ...
De Força ...
De Luz ...
Que possam ser espraiados na terra árida ...
Fazendo germinar o Amor entre as pessoas ...
Multiplicando cada melhor essência de nós ...
Deixando-nos ver o Sol que nasce ...
Que rompe a noite ...
Que se faz dia ... Que se faz belo ...
Que se faz vida! Que se chama Amor ...
(Jane Lagares)
Que a Paz Esteja sempre convosco, com o Poder do Amor
http://sites.google.com/site/quenossasmaosportemaluz/
O Mar
Como numa tarde quente de Verão,
nem o vento abana os ciprestes,
que repousam,
olhando para o alto. Surge uma leve brisa.
As Folhas embarcam,
sendo conduzidas a seu destino.
Misturam-se com elas, lágrimas, pequenas gotas, que seguem seu rumo, para juntarem-se ao Mar Salgado.
À beira-mar,
o som da brisa,
em sintonia com as ondas. Som que vem das tuas profundezas
fazendo parte, como um só, de ti ó Mar.
Traz o sussurro daqueles heróis conhecidos e desconhecidos.
Trazes as Voz daqueles que conquistaram o Mar, que tornaram possível o sonho que vinha do passado, com as notícias dos que os antecederam.
Fizeram-se ao Mar, deram a conhecer ao Mundo
as Terras que estavam veladas.
Como viajante invisível e misterioso, cruzaste o tempo, para contigo levares as lágrimas de um Povo que hoje sofre e chora. Alivias assim seu sofrimento e, assim também, levas um pouco desta geração para de ti fazerem parte, pequenas gotas, Salgadas como a tua extensa água.
"Reconhecer
a verdade como verdade, e ao mesmo tempo como erro; viver os
contrários, não os aceitando; sentir tudo de todas as maneiras, e não
ser nada, no fim, senão o entendimento de tudo [...]".
"Ela
atravessa todos os mistérios e não chega a conhecer nenhum, pois lhes
conhece a ilusão e a lei."
- Fernando Pessoa, O Caminho da Serpente
O deserto e a terra árida regozijar-se-ão. A estepe vai alegrar-se e
florir. Como o lírio ela florirá, exultará de júbilo e gritará de
alegria.
Isaías 35,1-2.
Mensagem de S.A.R. Dom Duarte de Bragança, de 1 de Dezembro de 2008 Portugueses: No 1º de Dezembro de 1640, os nossos antepassados devolveram Portugal aos Portugueses. Souberam responder à crise do seu tempo, lutando pela nossa independência. Hoje, olhamos para o nosso país, e vemos que se acentua a dependência externa e a obediência a directivas quantas vezes alheias à nossa própria vontade. Anunciam-se dias difíceis. Parece evidente que 2009 será pior que os já duros anos recentes, particularmente para os mais desfavorecidos. É nos momentos de provação que se testa a alma de um povo. Para enfrentar a crise e manter a coesão social devemos invocar os valores espirituais da nossa cultura e vivermos em coerência com a nossa identidade e tradição. O reforço dos laços familiares, o sentido de comunidade e de povo são atitudes urgentes e decisivas em alturas como esta. Enfrentámos muitos problemas terríveis ao longo da nossa História, que o nosso ânimo conseguiu ultrapassar. E daqui apelo aos instintos de iniciativa e solidariedade, de generosidade e de engenho. É preciso ampliar a visão, ensaiar ousadia, e confiar a nós mesmos a garantia de desenvolvimento sustentado. Vivemos uma ocasião propícia para rever as nossas prioridades. Devemos aprender a viver melhor consumindo menos, poupando os recursos limitados do nosso planeta. Para isso é importante apoiar a acção pedagógica de cientistas e organizações ambientalistas. Somos o país europeu com a menor percentagem de filiados nestes movimentos, que mereciam mais representação parlamentar. A hora é de investir no povo português. As grandes opções para o nosso desenvolvimento têm agora uma oportunidade única para alterarem o rumo. Em vez de se deixar bloquear por falta de critérios técnicos ou por pressões de interesses, o Estado, o sector privado e as associações devem dar as mãos para ultrapassarmos as dificuldades. Queremos medidas mais justas e mais equitativas, e não apenas declarações que chegam tantas vezes tarde demais… Como disse, a hora é de investir no povo português. É o que têm feito as famílias portuguesas que, com muito sacrifício, apostam na educação dos seus filhos. A qualificação dos jovens é indispensável e os movimentos de professores e de pais clamam por melhor Escola, em programas de ensino adequados, e pela dignificação e respeito pela missão dos professores. A hora é de investir na terra portuguesa. É o que têm feito os agricultores que se recusam a abandonar a terra, contrariando as directivas desencontradas e a concorrência desleal por parte de outros países onde são muito mais apoiados. Portugal não precisa apenas de uma política de comércio livre; precisa sobretudo de uma política de comércio inteligente e justo. Os nossos agricultores sabem produzir. Falta que saibam melhor associar-se e cooperar para distribuir os seus produtos directamente aos consumidores. Nos últimos dez anos perdemos 180 mil hectares de boas terras agrícolas comprometendo gravemente a nossa capacidade de produção de alimentos, acentuando a nossa vulnerabilidade. Ainda recentemente experimentamos os perigos que daí podem advir. A hora é de investir no território português apoiando empresas inovadoras que recorram a energias alternativas. Simultaneamente devemos combater os desperdícios energéticos e dar prioridade a transportes ferroviários e marítimos, como alternativas competitivas. A capacidade de auto-sustentação no plano energético é cada vez mais necessária. Por exemplo, modernizando as barragens hidroeléctricas já existentes, aumentaríamos a produção de energia em 20%. O Estado deve promover e praticar uma política de gestão rigorosa dos seus recursos de modo a promover a nossa competitividade; deve ter um orçamento equilibrado para poder baixar os impostos de modo selectivo. O Estado deve desistir das obras faraónicas, aumentar a produtividade da função pública, encorajar os investimentos privados que produzam riqueza, preferindo sempre bens e serviços produzidos em Portugal. Por exemplo, o facto dos fundos da Segurança Social não serem investidos exclusivamente em empresas portuguesas, contribui para a descapitalização nacional e para o desemprego. Apelo aos partidos políticos para que não se deixem tornar em meros mecanismos de conquista do poder; que se lembrem que têm um papel decisivo nos debates sobre as doutrinas e as práticas políticas. Mas para isso, devem ser uma escola da cidadania, dialogando com as organizações não governamentais. Este sentimento geral de que a democracia deve ser melhorada entre nós, levou-me a apoiar o recém-criado Instituto da Democracia Portuguesa, que tem já desenvolvido múltiplas e úteis actividades em várias regiões do país, em colaboração com diversas organizações e com as autarquias locais. Em 1975 recuperámos as liberdades de expressão e de participação política que já existiam antes da revolução de 1910. Mas cada vez mais ouço especialistas e pessoas de bom senso a dizer: Portugal atrasou-se no séc. XX porque prescindiu do poder moderador do seu Rei, ao contrário de Espanha, Inglaterra e Bélgica, e outros países europeus, que prosseguiram na vanguarda do desenvolvimento. Tenho percorrido o país de lés a lés. Sou sempre cordialmente acolhido pelos autarcas e pelas populações às quais agradeço o carinho que me dispensam. Nessas ocasiões, apercebo-me da grandeza do nosso património cultural, erudito e popular. Basta apreciar as nossas tradições culturais para me dar conta de como se formou a gente portuguesa, nas várias regiões em que se expressa a alma nacional. É este “produto interno bruto” que mantém em alta a bolsa de valores humanos em que nós devemos investir. Quero aqui lembrar as numerosas homenagens a D. Carlos promovidas por várias Câmaras Municipais, com destaque para a ocasião em que o Chefe do Estado inaugurou a magnífica estátua erigida em Cascais. Durante todo este ano tiveram lugar inúmeros eventos de carácter cultural em homenagem ao Rei e ao Príncipe Dom Luís Filipe, organizados pela Comissão D. Carlos 100 Anos, integrada na Fundação D. Manuel II. Salientou-se o congresso “Os Mares da Lusofonia” que reuniu representantes de todos os países que falam português. Pelo interesse suscitado, foi lançado o desafio de a realizar cada dois anos, em países diferentes. Continuei este ano a colaborar com vários dos países nossos irmãos, especialmente a Guiné-Bissau, Angola e Timor, mediante programas de desenvolvimento rural e protecção ambiental. Aproveito para saudar o Primeiro Ministro Xanana Gusmão, actualmente de visita a Portugal, como líder que soube conduzir o heróico Povo timorense na luta pela liberdade e agora o serve com seriedade e competência no caminho do progresso material e espiritual. . Saúdo o alargamento da CPLP esperando que em breve, Marrocos, o Senegal, as Ilhas Maurícias, a Guiné Equatorial e os nossos irmãos galegos possam fazer parte dessa comunidade. A Galiza procura afirmar a sua identidade cultural através da sua “fala”, que está na origem do português moderno. Tive a alegria de levar a minha Família ao país de minha Mãe, trineta do primeiro Imperador, Dom Pedro, para participar nas celebrações dos 200 anos da transferência do Governo e do Rei para o Brasil. Finalmente foi feita justiça ao tão caluniado D. João VI! A crescente importância económica e política do Brasil no Mundo é um motivo de orgulho e de oportunidade histórica para Portugal. Felicito os nossos governantes por a saberem aproveitar. Deixo para o fim a instituição militar que, desde a fundação de Portugal tem estado intimamente ligada ao nosso percurso colectivo. Hoje, defendendo Portugal “lá fora”, tem contribuído de forma impar para o prestígio e afirmação nacionais e para a paz e a segurança da população portuguesa e das regiões em que tem operado. A canonização, em 2009, de D. Nuno Álvares Pereira, patrono das Forças Armadas, será uma providencial ocasião para aprendermos com os seus exemplos de valentia e caridade, inteligência militar e política, e defesa intransigente da nossa liberdade e independência. Saibamos aproveitar essa oportunidade! Do fundo da história vem uma certeza que os monges de Alcobaça redigiram numa das mais belas frases da monarquia portuguesa: “O rei é livre e nós somos livres!”. Neste convento do Beato, situado na Lisboa Oriental onde se começou a conspirar para o 1º de Dezembro, deixai-me hoje proclamar: “Eu sou livre e vós sois livres!”. “Eu sou livre” e “Vós sois livres” porque ser monárquico é também defender Portugal acima de todos os interesses. Juntos poderemos renovar a democracia portuguesa pela Instituição Real que só poderá vigorar por vontade do povo, com o povo e enquanto o povo o entender. A minha Mulher, eu, e os nossos filhos Afonso, Maria Francisca e Dinis, a isso nos comprometemos porque Portugal pode, Portugal deve, e Portugal quer continuar democrático e independente! Todos os que pensarem que o sonho dos fundadores e dos restauradores ainda está vivo, venham ter connosco; e se alguém questionar este crescente sentir do poder do povo, a resposta é hoje, como o foi no primeiro 1º de Dezembro: “O rei é livre e nós somos livres!”
Convento do Beato, 30 de Novembro de 2008
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