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日志


Feliz 2009




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Feliz Ano Novo



Eu Tenho um Sonho





Eu Tenho um Sonho

Sonho com um Mundo melhor onde as pessoas não se guerreiam,
aceitem as diferenças,

um Mundo onde haja Paz, Amor, Solidariedade
As pessoas sejam respeitadas,
sejam Felizes e preocupem-se com  tudo o que nos rodeia
.
Um Mundo onde a Natureza e os animais
e tudo o que existe seja respeitado
.



  




  





A vida é uma pedra de amolar: desgasta-nos ou afia-nos, conforme o metal de que somos feitos.
(George Bernard Shaw)


Sementes




A sua Relação com quem o rodeia florescerá num clima de Amor e Harmonia

Truques Para melhor crescimento:


     Plantação: Plante Palavras de Amabilidade diariamente

    Rega: Regue regularmente com Paciência, compreensão e Amor!

    Desbate: Alivie a Carga dos outros dando de si mesma

    Monda: Arranque o criticismo de forma a que o Amor cresça.

    Colheita: Para Colher Pessoas Felizes mostre Amor incondicionalmente, sirva o  próximo e Ande nos caminhos do Senhor!
















Mondego, o meu cão



Homenagem ao meu cão, morreu a algum tempo.




 







Entrevista com Robert Happé


Email enviado por um Amigo:




"Robert Happé é um filósofo espiritualista famoso, reconhecido pelas palestras que tem dado pelo mundo afora.Esta é uma delas que me foi enviada por um amigo e que tem muito que se lhe diga.Clique em mim!
 
Dedico-a a todos  aqueles que quiserem parar um pouco e reflectirem antes da entrada num novo ano.
 
"Namasté"Clique em mim!
 

 

PRENDA DE NATAL PARA UM FELIZ ANO NOVO

 

Boas Festas"

 

  http://www.roberthappe.net/port/video.htm


Feliz Ano Novo





 













Que o sol Brilhe










"Que o Sol Brilhe em vossa vida, e aquecerá os vossos Corações"





Querido Pai Natal



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Vamos Dançar



 



Tramaram "Branca de Neve"







Fim de Semana de 6 a 8 Dezembro, fim de semana grande, alguns senhores deputados, resolveram assinar a folha de ponto (para ganharem o dia) lá foram Cantando e rindo de fim de semana prolongado e não cumpriram  a sua obrigação para com o Reino, que lhes paga chorudos ordenados com os impostos do Povo. 

Foi votada uma importante um projecto que iria acabar com a avaliação dos professores que resolveram decretar neste Reino.

À oposição juntaram-se os votos de deputados do partido que tem a maioria, o projecto teria sido aprovado, e assim acabava-se com esta avaliação sem pés nem cabeça.












"Podia ter ficado hoje resolvido, a contento dos professores, o problema da suspensão da avaliação. Os 6 votos do PS, incluindo o de Manuel Alegre, a que se juntaram os votos de toda a oposição, em favor do projecto de resolução do CDS, podiam ter feito perder a maioria socialista.

A ausência na votação de muitos deputados, nomeadamente do PSD, impediu esse resultado.

Os deputados socialistas que votaram com Manuel Alegre foram Teresa Portugal, Matilde Sousa Franco, Eugénia Alho, Júlia Caré e João Bernardo.

NO entanto a dúvida obrigou à recontagem dos votos, a pedido dos proponentes e "em contraprova", nas palavras do presidente da Assembleia da República, Jaime Gama.

Recontados os votos, Gama anunciou que o texto foi chumbado com o voto contra de 101 deputados, os votos a favor de 80 deputados e uma abstenção.

Antes desta votação tinham sido rejeitados os projectos de resolução do BE, PCP, PSD, PEV e da deputada não inscrita Luísa Mesquita, que tiveram o voto favorável de cinco deputados do PS - Manuel Alegre, Teresa Portugal, Matilde Sousa Franco, Eugénia Alho e Júlia Caré. "


 


Boa Noite



       















A última Pedra




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Mães de todas as Cores




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Girassol



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Que nossas mãos sejam Portadoras da Luz


http://i259.photobucket.com/albums/hh290/annemarie59/blumen2/blumen3/2b55c.gif







Que nossas mãos possam ser portadoras de Paz ...
De afagos ...
De Carinhos ...
Que escorra delas os mais límpidos sentimentos ...
De bálsamos ...
De alívio ...
De Força ...
De Luz ...
Que possam ser espraiados na terra árida ...
Fazendo germinar o Amor entre as pessoas ...
Multiplicando cada melhor essência de nós ...
Deixando-nos ver o Sol que nasce ...
Que rompe a noite ...
Que se faz dia ...
Que se faz belo ...
Que se faz vida!
Que se chama Amor ...


(Jane Lagares)








Vídeo do YouTube

    





Que a Paz Esteja sempre convosco, com o Poder do Amor



http://sites.google.com/site/quenossasmaosportemaluz/








O Mar












O Mar



Como numa tarde quente de Verão,
nem o vento abana os ciprestes,
que repousam,
olhando para o alto.


Surge uma leve brisa.
As Folhas embarcam,
sendo conduzidas a seu destino.

Misturam-se com elas, lágrimas,
pequenas gotas,
que seguem seu rumo,
para juntarem-se
ao Mar Salgado.

À beira-mar,

o som da brisa,

em sintonia com as ondas.

Som que vem das tuas profundezas
fazendo parte, como um só, de ti ó Mar.

Traz o sussurro daqueles
heróis conhecidos e desconhecidos.

Trazes as Voz daqueles que conquistaram o Mar,
que tornaram possível
o sonho que vinha do passado,
com as notícias dos que os antecederam.


Fizeram-se ao Mar,
deram a conhecer ao Mundo
as Terras que estavam veladas.


Como viajante invisível
e
misterioso,
cruzaste o tempo,
para contigo levares
as lágrimas de um Povo
que hoje sofre e chora.
Alivias assim seu sofrimento
e, assim também,
levas um pouco desta geração
para de ti fazerem parte,
pequenas gotas,
Salgadas como a tua
extensa água.





Capa de um site que estou a construir ->  http://sites.google.com/site/brisanosciprestes/








Livros de Pedra




"Reconhecer a verdade como verdade, e ao mesmo tempo como erro; viver os contrários, não os aceitando; sentir tudo de todas as maneiras, e não ser nada, no fim, senão o entendimento de tudo [...]".

"Ela atravessa todos os mistérios e não chega a conhecer nenhum, pois lhes conhece a ilusão e a lei."

- Fernando Pessoa,
O Caminho da Serpente




  





O deserto e a terra árida regozijar-se-ão. A estepe vai alegrar-se e florir. Como o lírio ela florirá, exultará de júbilo e gritará de alegria.

Isaías 35,1-2.





Mensagem de S.A.R. Dom Duarte de Bragança, de 1 de Dezembro de 2008



Mensagem de S.A.R. Dom Duarte de Bragança, de 1 de Dezembro de 2008

Portugueses:

No 1º de Dezembro de 1640, os nossos antepassados devolveram Portugal aos
Portugueses. Souberam responder à crise do seu tempo, lutando pela nossa
independência. Hoje, olhamos para o nosso país, e vemos que se acentua a
dependência externa e a obediência a directivas quantas vezes alheias à
nossa própria vontade.

Anunciam-se dias difíceis. Parece evidente que 2009 será pior que os já
duros anos recentes, particularmente para os mais desfavorecidos. É nos
momentos de provação que se testa a alma de um povo. Para enfrentar a crise
e manter a coesão social devemos invocar os valores espirituais da nossa
cultura e vivermos em coerência com a nossa identidade e tradição. O
reforço dos laços familiares, o sentido de comunidade e de povo são
atitudes urgentes e decisivas em alturas como esta.

Enfrentámos muitos problemas terríveis ao longo da nossa História, que o
nosso ânimo conseguiu ultrapassar. E daqui apelo aos instintos de
iniciativa e solidariedade, de generosidade e de engenho.

É preciso ampliar a visão, ensaiar ousadia, e confiar a nós mesmos a
garantia de desenvolvimento sustentado.

Vivemos uma ocasião propícia para rever as nossas prioridades. Devemos
aprender a viver melhor consumindo menos, poupando os recursos limitados do
nosso planeta. Para isso é importante apoiar a acção pedagógica de
cientistas e organizações ambientalistas. Somos o país europeu com a menor
percentagem de filiados nestes movimentos, que mereciam mais representação
parlamentar.

A hora é de investir no povo português. As grandes opções para o nosso
desenvolvimento têm agora uma oportunidade única para alterarem o rumo. Em
vez de se deixar bloquear por falta de critérios técnicos ou por pressões
de interesses, o Estado, o sector privado e as associações devem dar as
mãos para ultrapassarmos as dificuldades. Queremos medidas mais justas e
mais equitativas, e não apenas declarações que chegam tantas vezes tarde
demais…

Como disse, a hora é de investir no povo português. É o que têm feito as
famílias portuguesas que, com muito sacrifício, apostam na educação dos
seus filhos. A qualificação dos jovens é indispensável e os movimentos de
professores e de pais clamam por melhor Escola, em programas de ensino
adequados, e pela dignificação e respeito pela missão dos professores.

A hora é de investir na terra portuguesa. É o que têm feito os agricultores
que se recusam a abandonar a terra, contrariando as directivas
desencontradas e a concorrência desleal por parte de outros países onde são
muito mais apoiados. Portugal não precisa apenas de uma política de
comércio livre; precisa sobretudo de uma política de comércio inteligente e
justo.

Os nossos agricultores sabem produzir. Falta que saibam melhor associar-se
e cooperar para distribuir os seus produtos directamente aos consumidores.
Nos últimos dez anos perdemos 180 mil hectares de boas terras agrícolas
comprometendo gravemente a nossa capacidade de produção de alimentos,
acentuando a nossa vulnerabilidade. Ainda recentemente experimentamos os
perigos que daí podem advir.
A hora é de investir no território português apoiando empresas inovadoras
que recorram a energias alternativas.
Simultaneamente devemos combater os desperdícios energéticos e dar
prioridade a transportes ferroviários e marítimos, como alternativas
competitivas. A capacidade de auto-sustentação no plano energético é cada
vez mais necessária. Por exemplo, modernizando as barragens hidroeléctricas
já existentes, aumentaríamos a produção de energia em 20%.

O Estado deve promover e praticar uma política de gestão rigorosa dos seus
recursos de modo a promover a nossa competitividade; deve ter um orçamento
equilibrado para poder baixar os impostos de modo selectivo.

O Estado deve desistir das obras faraónicas, aumentar a produtividade da
função pública, encorajar os investimentos privados que produzam riqueza,
preferindo sempre bens e serviços produzidos em Portugal. Por exemplo, o
facto dos fundos da Segurança Social não serem investidos exclusivamente em
empresas portuguesas, contribui para a descapitalização nacional e para o
desemprego.

Apelo aos partidos políticos para que não se deixem tornar em meros
mecanismos de conquista do poder; que se lembrem que têm um papel decisivo
nos debates sobre as doutrinas e as práticas políticas. Mas para isso,
devem ser uma escola da cidadania, dialogando com as organizações não
governamentais.

Este sentimento geral de que a democracia deve ser melhorada entre nós,
levou-me a apoiar o recém-criado Instituto da Democracia Portuguesa, que
tem já desenvolvido múltiplas e úteis actividades em várias regiões do
país, em colaboração com diversas organizações e com as autarquias locais.

Em 1975 recuperámos as liberdades de expressão e de participação política
que já existiam antes da revolução de 1910. Mas cada vez mais ouço
especialistas e pessoas de bom senso a dizer: Portugal atrasou-se no séc.
XX porque prescindiu do poder moderador do seu Rei, ao contrário de
Espanha, Inglaterra e Bélgica, e outros países europeus, que prosseguiram
na vanguarda do desenvolvimento.

Tenho percorrido o país de lés a lés. Sou sempre cordialmente acolhido
pelos autarcas e pelas populações às quais agradeço o carinho que me
dispensam. Nessas ocasiões, apercebo-me da grandeza do nosso património
cultural, erudito e popular. Basta apreciar as nossas tradições culturais
para me dar conta de como se formou a gente portuguesa, nas várias regiões
em que se expressa a alma nacional. É este “produto interno bruto” que
mantém em alta a bolsa de valores humanos em que nós devemos investir.

Quero aqui lembrar as numerosas homenagens a D. Carlos promovidas por
várias Câmaras Municipais, com destaque para a ocasião em que o Chefe do
Estado inaugurou a magnífica estátua erigida em Cascais.

Durante todo este ano tiveram lugar inúmeros eventos de carácter cultural
em homenagem ao Rei e ao Príncipe Dom Luís Filipe, organizados pela
Comissão D. Carlos 100 Anos, integrada na Fundação D. Manuel II.
Salientou-se o congresso “Os Mares da Lusofonia” que reuniu representantes
de todos os países que falam português. Pelo interesse suscitado, foi
lançado o desafio de a realizar cada dois anos, em países diferentes.

Continuei este ano a colaborar com vários dos países nossos irmãos,
especialmente a Guiné-Bissau, Angola e Timor, mediante programas de
desenvolvimento rural e protecção ambiental.

Aproveito para saudar o Primeiro Ministro Xanana Gusmão, actualmente de
visita a Portugal, como líder que soube conduzir o heróico Povo timorense
na luta pela liberdade e agora o serve com seriedade e competência no
caminho do progresso material e espiritual.

. Saúdo o alargamento da CPLP esperando que em breve, Marrocos, o Senegal,
as Ilhas Maurícias, a Guiné Equatorial e os nossos irmãos galegos possam
fazer parte dessa comunidade. A Galiza procura afirmar a sua identidade
cultural através da sua “fala”, que está na origem do português moderno.

Tive a alegria de levar a minha Família ao país de minha Mãe, trineta do
primeiro Imperador, Dom Pedro, para participar nas celebrações dos 200 anos
da transferência do Governo e do Rei para o Brasil. Finalmente foi feita
justiça ao tão caluniado D. João VI!

A crescente importância económica e política do Brasil no Mundo é um motivo
de orgulho e de oportunidade histórica para Portugal. Felicito os nossos
governantes por a saberem aproveitar.

Deixo para o fim a instituição militar que, desde a fundação de Portugal
tem estado intimamente ligada ao nosso percurso colectivo. Hoje, defendendo
Portugal “lá fora”, tem contribuído de forma impar para o prestígio e
afirmação nacionais e para a paz e a segurança da população portuguesa e
das regiões em que tem operado.

A canonização, em 2009, de D. Nuno Álvares Pereira, patrono das Forças
Armadas, será uma providencial ocasião para aprendermos com os seus
exemplos de valentia e caridade, inteligência militar e política, e defesa
intransigente da nossa liberdade e independência. Saibamos aproveitar essa
oportunidade!

Do fundo da história vem uma certeza que os monges de Alcobaça redigiram
numa das mais belas frases da monarquia portuguesa: “O rei é livre e nós
somos livres!”.

Neste convento do Beato, situado na Lisboa Oriental onde se começou a
conspirar para o 1º de Dezembro, deixai-me hoje proclamar: “Eu sou livre e
vós sois livres!”. “Eu sou livre” e “Vós sois livres” porque ser monárquico
é também defender Portugal acima de todos os interesses. Juntos poderemos
renovar a democracia portuguesa pela Instituição Real que só poderá vigorar
por vontade do povo, com o povo e enquanto o povo o entender.

A minha Mulher, eu, e os nossos filhos Afonso, Maria Francisca e Dinis, a
isso nos comprometemos porque Portugal pode, Portugal deve, e Portugal quer
continuar democrático e independente!

Todos os que pensarem que o sonho dos fundadores e dos restauradores ainda
está vivo, venham ter connosco; e se alguém questionar este crescente
sentir do poder do povo, a resposta é hoje, como o foi no primeiro 1º de
Dezembro: “O rei é livre e nós somos livres!”


Convento do Beato, 30 de Novembro de 2008