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Meus Animais ao Longo do Tempo







Star, não deixava chegar ninguém ao pé de nós, era uma cadela meiga mas ninguém entrava no nosso quintal em Coimbra, partiu várias correntes por causa do leiteiro e padeiro.
Apanhava os gatos da vizinhança que invadiam o nosso quintal.
Um dia já na Figueira da Foz, conseguiu entrar para uma gaiola grande para apanhar uma rola que o meu pai tinha encontrado no chão no campo.



Tico, um pardal que apareceu no nosso quintal, deve ter caído do ninho, o pai tratou dele, arranjou um pequeno cesto de ráfia com algodão, davamos-lhe água por um conta gotas e pãozinho molhado em água.
Andava pela casa, memso com  a janela aberta ia dar uma volta mas voltava sempre.
 



Mondego, um fox, quando tinha 9 anos o pai quando foi buscar-me à escola disse-me para ir ao carro ver uma coisa que tinha para mim, era um cachorrinho, pulei de contente.
Andava sempre connosco e brincava na rua, um dia fugiu, fui a correr atrás dele, foi até ao café Europa, havia um casamento e entra. Entrei atrás dele por debaixo das mesas a tentar apanhá-lo, apanhei-o quando estavam a dar-lhe um miminho.
Claro que foram logo contar ao pai, que a filha tinha andado pelo casamento atrás do cachorro, por debaixo das mesas.



Dulce, não tenho foto, era uma linda ratinha branca, que comprei no Apolo 70



Jolly, um enorme gatito, deram-mo em Portalegre. fui passar as férias da Páscoa a Portalegre a casa dos meus primos, andava a passear com o meu irmão e ao portão de uma quinta estva uma senhora com um pequeno gatinho e perguntou se o queríamos, claro que não foi preciso repetir, lá trouxemos o jolly.





Egas uma hamster que comprei no apolo 70, pensava que era bébé, ao fim d euns dias nasceram vários hamster, que ela comeu-os, no outro dia quando cheguei ao pé da gaiola, nem um, e a Egas a passear na roda.



Bessy, filha de uma pincher, deram-ma quando tinha 18 anos.




Mondego, deram-mo quando tinha 15 dias, quando estava a passar férias no Magoito.
filho de uma cocker




Rufus, deu-mo uma amiga, filho de um Labrador e de uma Huskie.
 tem agora 5 meses e meio, pesa 28 kg.
É adorável, muito meiguinho, ninguém consegue resisitir aos seus encantos.
É o primeiro que sou só eu a educar, à minha maneira.


Deixa Navegar o sorriso



Boa Semana/Good Week



 







Genealogia verdadera de los reyes de Portugal, 1590

Livro da bilbioteca digital da Faculdade de Letras:


LEÃO, Duarte Nunes de, fl. 1530-1608 - Genealogia verdadera de los reyes de Portugal, 1590.



Olhai os lírios do campo

 

 



FAIRIES-FAIRY-HADAS

 




Fairy Love Dreams CaribbeAn Blue ENYA



 


SPIRIT OF NATURE - YANNI



 


Yanni - Aria (HQ VIDEO)



 



Templarios



 




Burlas que vão afectar a empresa onde trabalho

Comecei a trabalhar como operadora de Registo de Dados e ao longo do tempo fui promovida a Operadora de Informática, a empresa onde trabalhava era uma grande empresa, quando entrei éramos cerca de 4000 distribuídos pelas diversas fábricas do grupo, trabalhava na AEP - Centrel Automática Portuguesa.
Uma empresa que formava os empregados e ensinava-nos a ser profissionais.

Infelizmente encerrou dividiram a empresa por pequenas que acabaram por fechar uma a uma.

Um ex-colega telefonou um dia se estava interessada em ir indexar microfilmes numa empresa de microfilmagem , aceitei, estava desempregada à procura de emprego.

Esta empresa era a EMECO/COM, começou por ser COM decidiram dividir a parte de administrativa e produção e formaram a EMECO, mas era uma só empresa; a COM estava num andar e a EMECO num outro, o mesmo administrador.

Quando a indexação acabou, convidaram-me para ficar a controlar microfilmes, o que aceitei, foi um mudar de profissão, mas o que importava era um emprego.

Estive a recibo verde cerca de 4 anos nesta empresa.

O meu director fartou-se do ambiente, despediu-se e abriu uma empresa, na qual estou hoje em dia, viemos 3.

A EMECO ainda durou algum tempo, acabaram por juntar novamente, tendo o equipamento da EMECO passado automaticamente para a COM.

O meu patrão despediu-se da empresa em 1998, tendo-se desligado de todos os vínculos.

O administrador entretanto saiu e a empresa foi também foi vendida pelos donos (franceses a viver em Madrid).

O inacreditável é que o dono da empresa onde trabalho recebeu a alguns dias uma carta das finanças para pagar uma dívida da EMECO, referente a IVA de 2001 e Coima, o não pagamento sujeito a penhora de bens.

O meu patrão está no Brasil vem a Portugal 1 vez por ano, somos uma sucursal da empresa do Brasil, os bens que tem em Portugal é a empresa onde trabalhamos e construímos com o nosso trabalho esforçado ao longo destes anos, estando já assentes no mercado.

Existem mais dívidas referentes a outros anos posteriores, e todas com valores elevados.

O mais estranho é que nas finanças e na realidade ele está dado como membro do conselho da administração da EMECO.

Não sabemos quem e o que  fizeram, o que sabemos é que usaram o nome do meu patrão durante anos sem ele não ter vínculo nenhum com a empresa.

Não sabemos se vamos ter de pagar a primeira dívida.

O pior ainda é que estejamos sujeitos a penhora e quem trabalha na empresa podemos perder o emprego.


Dizem que a EMECO não tem bens o que não é verdade, todo o equipamento está na COM e a ser utilizado em microfilmagem e digitalização.

E é a nós que querem penhorar, não tendo o dono da empresa onde trabalho nada a ver com as dívidas da EMECO desde 1998, e o não pagamento dos impostos parece que iniciou em 2001.




D.Pedro e D.Inês




 




Grande amor proibido entre D.Pedro e D.Inês, culminou no assassinato de D.Inês, Rainha de Portugal, coroada após sua morte. Descendentes deste amor proibido, prestam homenagem a estas duas Almas, livres após suas mortes, repousam frente a frente no Mosteiro da Batalha.





Nobiliários

Nobiliários, incluindo a obra do meu trisavô João Agostinho Pereira de Agrela e Câmara e o meu 2º primo cónego Fernando de Menezes Vaz (bisneto do João Agostinho, filho de uma das irmãs da minha avó Maria do Monte)

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Nobiliários. Existem diversos trabalhos de investigação genealógica acerca das mais antigas e distintas famílias madeirenses, mas não possuímos um estudo completo sobre este assunto, que é hoje largamente cultivado por pacientes e diligentes investigadores, e que constituíssem duvida um factor valioso para a historia duma região e ainda um elemento muito apreciável para a historia geral dum país.

Entre os madeirenses que mais distintamente se têm dedicado a estes estudos, tomando como objecto dos seus trabalhos de investigação as famílias deste arquipélago, devemos citar Henrique Henriques de Noronha, João Agostinho Pereira de Agrela e José Bettencourt da Camara. Passa o primeiro por ser um dos nossos mais autorizados genealogistas. De José Bettencourt da Câmara, de quem também já nos ocupámos (vol. I, pag. 204), devemos acrescentar que os seus mais valiosos escritos genealógicos, que preparava para dar á estampa, se perderam lamentavelmente, devido a um imprevisto acidente, cuja responsabilidade não cabe a pessoa alguma. Afirma-se que o mais desenvolvido e mais completo trabalho desta especialidade que se elaborou entre nós foi o do segundo genealogista que deixamos citado (V. vol. I, pag. 20), dizendo o Dicionário Popular «que escreveu uma collecção de memórias genealogicas que existem inéditas, em cinco tomos, em poder dos seus herdeiros». Há pouco, soubemos com verdadeira satisfação que este valioso manuscrito foi comprado pelo ilustre açoreano Ernesto do Canto e que por ele foi doado a biblioteca publica da cidade de Ponta Delgada, onde presentemente se encontra. A publicação deste trabalho, depois de convenientemente expurgado dos erros e lacunas que contém, e também devidamente actualizado e enriquecido com varias notas elucidativas do texto, seria um excelente serviço prestado á historia deste arquipélago e um auxiliar valioso para os que entre nós se entregam ao estudo de certas investigações históricas.

Além do que se encontra nas paginas 514-533 e 846-851 das Saudades da Terra, no Attestado Genealogico dos ascendentes de José Francisco de Sant'Anna de Vasconcellos Moniz de Bettencourt...(1857), que apenas se ocupa duma família madeirense, e na Noticia das cousas da ilha da Madeira desde o seu segundo descobrimento pelo Zargo, que no fim traz a descendência do descobridor e que foi publicada no antigo Heraldo da Maderra, de Dezembro de 1905 a Janeiro de 1906, nada mais conhecemos impresso acerca da genealogia madeirense.

Na interessante obra Bibliographia Nobiliarchica Portugueza, de Eduardo Campos (Carcavelos), encontram-se sumariamente descritos quasi todos os trabalhos genealogicos respeitantes a este arquipélago de que temos noticia, e os de que o anotador das Saudades faz menção, sendo certo que dalguns deles não tínhamos conhecimento e nem se encontram apontados nas anotações do Dr. Alvaro Rodrigues de Azevedo. Vamos textualmente transcrever as indicações bibliográficas do trabalho de Eduardo Campos, como subsidio para um pequeno estudo acerca deste assunto, o qual é possível que possa interessar a algum curioso investigador das genealogias madeirenses e da historia da nossa terra:

«Antonio Bettencourt Perestrello de Noronha. Foi um dos principais fidalgos da cidade do Funchal. Viveu no século XVII. Escreveu: Genealogia das familias da ilha da Madeira. Ms. in fol. Desta obra existe uma copia na Bibl. Nac. de Lisboa (n.° 296 da secção dos Mss., Collecção Pombalina), tirada do original pelo próprio autor. Ms. in fol. de 178 fs., com índice.

«Diogo da Fonseca Acciaioli. Pertencia à geração dos Acciaiolis, que no 1.º quartel do século XVI foram de Florença para a ilha da Madeira, onde instituíram o morgado de N. Sr.ª da Natividade e donde mais tarde passaram a diversas terras de Portugal. Nasceu em Castelo Branco, em data que não pude descobrir. Escreveu sobre varias familias e designadamente sobre: Acciaiolis. Ms. in fol.

«Henriyue Henriques de Noronha .......... Escreveu: Nobiliario Genealogico das familias que passaram a viver na ilha da Madeira desde o tempo do seu descobrimento, que foy no anno de 1420. Ms. in fols., em 3 vol., os quais foram possuidos pelo conde de Carvalhal. Desta obra existem, pelo menos, duas copias (Mss. in fol.:) a da Câmara Municipal do Funchal, em 3 tomos, e a da Bibl. Nac. - de Lisboa (século XVIII), em 2 vol. de 280 e 283 fs., com índice, n.ºs 270 e 271 da secc. de Mss. Coll. Pombalina.

«Árvore dos Henriques. Ms. in fol., de 7 pag. inums. e 383 nums. A 1.ª pag., não num., contém, uma portada com guerreiros, encimada pelos escudos das armas de D. Fernando Henriques e de D. Branca de Mello, 1.ºs condes das Alcaçovas, com os seguintes dizeres: Horóscopo Genealogico da casa dos Henriques Senhores das Alcaçovas. Na pag. immediata lê-se: Horoscopo Genealogico. Árvore da Casa de Henriques, Senhor das Alcaçovas. Em Portugal. Escripto por Henrique Henriques de Noronha, 1710. Este precioso autogr. enc. em carn.ª, com orla e cancellas douradas, pertence à livraria do conde das Alcaçovas.

«Non plus ultra da Nobreza. Fidalgos da Ilha da Madeira, etc., 1717. Ms. que pertenceu ao visconde de Torre Bella, 4.° neto do auctor, e do qual existe uma copia, que foi possuida pelo linhagista João Carlos Feo Cardoso de Castello Branco e Torres.

«Familia dos Freyres de Andrade, deduzida dos condes de Trava. Dedicada a Bernardino Freyre de Andrade.

«Memórias seculares e eclesiásticas para a composição da historia da Diocese do Funchal, na ilha da Madeira, distribuídas na forma do systema da Academia Real de Historia Portuguesa. Ms. in fol., de 255 fs. e mais um Appendice de 34 fs. Passa por ser uma obra completa da historia madeirense, segundo se lê a pag. 786 das Saudades da Terra.

«Ramo da família dos Mirandas. 1720. Ms. in fol., de 14 pag. Enc. Pertence á livraria do conde de Castro.

«Joâo Agostinho Pereira de Agrella e Câmara.

.....Escreveu: Genealogia da ilha da Madeira. Ms. in fol., o qual abrange quasi todas as antigas familias madeirenses. Em 1873 existia na livraria de seu filho primogénito Pedro Agostinho de Agrella e Câmara.

«João Pedro de Freitas Drumond.......... Escreveu: Arvores de Costados de Familias da ilha da Madeira. Ms. in fol., em 2 gros. vol. contendo 620 árvores. Aut. Ined. Pertence á livraria de Luiz Ferraz de Barcellos. Desta obra existe pelo menos uma copia, a qual era possuida em 1873 pelo Dr. Gregorio Francisco Perestrello da Camara, da ilha da Madeira.

«João Teixeira Soares de Sousa... . Natural dos Açores (1827-1882). Escreveu: Memórias históricas sobre os capitães-donatarios dos Açores e Madeira.

«José Bettencourt da Câmara Escreveu: Famílias Madeirenses. Ms. in fol.

«José Julião de França e Vasconcellos. Bacharel formado em direito pela Universidade de Coimbra. Nasceu em 1770 na freguesia da Boaventura e morreu em 1859 na cidade do Funchal. Escreveu: Nobiliario Madeirense. Ms. in fol., possuido em 1873 pelos herdeiros do autor.»

Muitos livros de linhagens existiam entre nós, que em especial se ocupavam de algumas familias e que eram de uso privativo delas. Cremos que se perdeu a maior parte desses nobiliarios, devido principalmente á extinção de algumas dessas familias e aos acontecimentos políticos de 1828 a 1834, que dispersaram os donos e continuadores desses trabalhos genealogicos.

No cartório da família Ornelas, de que é hoje representante o conselheiro Aires de Ornelas de Vasconcelos (1921), existe um nobiliario da primeira metade do século XVIII, que tem por título Noticia breve mas verídica das illustrissimas famílias d'Ornellas, Cabraes, Carvalhal Esmeraldo e outras a elas ligadas, escrito em dois volumes in fol.. Consta-nos que o conselheiro Aires de Ornelas tem já preparado para a impressão um trabalho genealógico acerca da família Ornelas madeirense (1921).

Tem-se recentemente dedicado a aturados estudos genealogicos o padre Fernando de Meneses Vaz, vigário da freguesia do Porto da Cruz, que prepara um trabalho para ser dado a estampa (1921)."



Fonte:  http://www.ceha-madeira.net/elucidario/n/nob1.htm


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